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ESG
Serpro transforma sustentabilidade em diretriz de gestão

O Serpro aprovou uma política que transforma a sustentabilidade em diretriz de gestão. Publicada em março de 2026, a resolução estabelece critérios ambientais, sociais e de governança para suas operações, suas decisões estratégicas e suas relações com parceiros e fornecedores, com o objetivo de reduzir impactos negativos e ampliar benefícios para a sociedade.
Como empresa pública responsável por operar sistemas que sustentam serviços digitais usados por milhões de brasileiros, o Serpro tem papel central na infraestrutura tecnológica do Estado. Na avaliação de Wilton Mota, presidente da estatal, a incorporação de critérios de sustentabilidade às decisões da empresa amplia a responsabilidade sobre a forma como essa infraestrutura é desenvolvida e operada.
“Milhões de brasileiros dependem diariamente de sistemas operados pelo Serpro para acessar serviços públicos. Nossa Política de Sustentabilidade demonstra o compromisso de fazer isso com responsabilidade ambiental, impacto social positivo e transparência”, destaca.
Sustentabilidade nas decisões estratégicas
De acordo com Valéria Lemos Silva, líder do Projeto Estratégico Ser ESG do Serpro, a adoção de uma política tem um significado institucional relevante. “Ao ser aprovada pelo Conselho de Administração, a sustentabilidade passa a integrar formalmente o modelo de governança da empresa”, explica.
Na prática, isso significa que o tema deixa de ser tratado apenas como um conjunto de iniciativas pontuais e passa a orientar decisões estratégicas, relações institucionais e práticas organizacionais.
“A política estabelece um compromisso de longo prazo da empresa pública com a condução responsável de suas atividades e sinaliza à sociedade que a sustentabilidade faz parte da forma como o Serpro conduz sua atuação e seus negócios”, acrescenta a líder.
Diagnóstico indica maturidade para certificação PR 2030
Como parte do processo de consolidação das práticas ESG da empresa, o Serpro foi submetido a uma auditoria, realizada por consultoria externa no final de 2025, obtendo um diagnóstico de maturidade em relação à certificação ABNT PR 2030, referência brasileira para gestão de sustentabilidade organizacional.
O levantamento demonstrou que a empresa já atende aos critérios estabelecidos nos três eixos da norma (ambiental, social e de governança), indicando que diversas práticas alinhadas à sustentabilidade fazem parte das rotinas e processos da organização.
Para Valéria Silva, a nova política consolida esse conjunto de práticas e estabelece um marco institucional que norteará a evolução das iniciativas nos próximos anos
“Quando a sustentabilidade orienta as decisões da empresa, todos ganham. A organização se torna mais eficiente e preparada para o futuro, enquanto os trabalhadores encontram um ambiente de trabalho mais seguro, justo e motivador”, conclui.