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Após consulta pública
Arquitetura Corporativa para Interoperabilidade evolui com sugestões da sociedade

Framework pretende ampliar a colaboração dentro do governo e deste com a sociedade
Após o processo de consulta pública, na plataforma Participa.br, sobre o Framework de Arquitetura Corporativa para Interoperabilidade no Apoio à Governança (Facin), iniciado em fevereiro e finalizado no último dia 20, as primeiras sugestões começam a ser incorporadas a sua concepção. As opiniões recebidas servirão para a melhoria do projeto do framework, a serem discutidas com organizações governamentais e da sociedade civil.
Marcus Vinicius da Costa, coordenador do Segmento Áreas de Integração para Governo Eletrônico, da e-PING, destaca que o trabalho na incorporação das sugestões ao Facin já começou. “As contribuições recebidas nos diversos eventos estão sendo consolidadas pela equipe envolvida no detalhamento das visões do framework e gerarão uma nova versão”, diz Marcus Vinicius, também gerente da Coordenação de Integração e Interoperabilidade do Serpro.
Ele acrescenta que a nova versão deverá ser apresentada à comunidade de padrões de interoperabilidade governamentais ainda este ano. O Facin deverá ser um padrão para a arquitetura corporativa do governo brasileiro a partir de 2017.
Entre as contribuições de destaque, oferecidas pela sociedade ao Facin, na opinião de Marcus Vinicius, está a de uma equipe de cerca de trinta alunos e professores de um programa de pós-graduação da Universidade de Brasília (UnB). De acordo com ele, a contribuição da equipe, expressada em um extenso e compreensivo documento, abordou não somente o framework, mas expectativas que eles tinham em relação a sua aplicação na administração pública e a estratégia de implementação a ser adotada, reforçando o Facin como um elemento integrador entre governo e sociedade.
O Facin tem como objetivo apoiar a colaboração entre os diversos órgãos do governo federal, melhorando a eficiência de serviços prestados mediante governo eletrônico para a sociedade em geral. O Facin pretende ser um modelo de apoio à governança corporativa, e às necessidades de interoperabilidade previstas no e-gov, bem como na recém-definida Estratégia de Governança Digital. A ideia é que o framework possa ser adotado nas três esferas federativas, como um padrão de Arquitetura Corporativa para o Governo.
Comunicação Social do Serpro - 16 de junho de 2016