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Evolução
Serpro moderniza sua rede de dados em todo o Brasil
A Rede Serpro alcança todos os Estados brasileiros, opera ambientes de longa distância e internet, e é sustentada por equipamentos críticos de alto desempenho, tornando acessíveis sistemas e aplicações essenciais para a gestão do Estado e o atendimento ao cidadão.
Desde o início de 2015, a empresa vem promovendo uma completa atualização dessa infraestrutura, o que envolveu investimentos da ordem de R$ 30 milhões em novas tecnologias, além do aprimoramento da gestão de custos, contratos e serviços. Os resultados desse trabalho já se fazem visíveis e há mais de 12 meses o Serpro trabalha com um índice de disponibilidade superior a 99,8%, resultado muito acima da média oferecida pelo mercado.
O atual ciclo de renovação segue até o fim de 2016, com a conclusão do projeto de reformulação da arquitetura de rede, que assumirá a forma de anéis regionais, em lugar da antiga arquitetura em estrela, centralizada em Brasília. O novo desenho oferece vantagens, como maior índice de redundância e maior possibilidade de controle de tráfego, fatores que aumentam a qualidade geral do serviço prestado.
Valor agregado
De acordo com Weldson Queiroz de Lima, gerente de Operações do Serpro, a comparação com o mercado é um exercício importante para a compreensão das particularidades do Serpro. Segundo ele, a tendência geral é fazer do serviço de rede um produto primário de produção em massa e com baixo valor agregado, uma visão que não pode prevalecer no Serpro, pois a empresa é responsável pelo tráfego de informações que afetam diretamente a operação e a dinâmica do Estado brasileiro. “A rede é um insumo essencial à produção de qualquer outro serviço e por ela trafegam todos os dados dos sistemas, portais e aplicações produzidos na instituição. Por isso, nossa infraestrutura possui controles e parâmetros sofisticados de resiliência que a tornam um produto de alto valor adicionado, substancialmente diferente daqueles encontrados no mercado”, pondera o gerente.
Mas o que o Serpro tem que o mercado não pode oferecer? Segundo Weldson, além de altos índices de disponibilidade, resiliência e segurança, a rede da empresa conta com uma equipe de governo na qual todo o segmento produtivo é composto por empregados do Serpro, sem nenhuma terceirização. “Destaco ainda nosso status de compliance, ou seja, a adoção e o domínio de normas, melhores práticas e padrões internacionais a fim de garantir interoperabilidade para o governo federal. Por tudo isso é que dizemos que o foco do Serpro não é preço, é valor. Para nós, rede não é commodity, mas a base para todos os serviços de tecnologia que sustentam a gestão pública federal”, analisa.
Infovia
Outro ponto que merece destaque, segundo o gerente de Operações, é a evolução da capacidade do serviço de Infovia, uma rede urbana de fibra ótica que conecta ministérios, Presidência da República, legislativo e judiciário, e possui link de 10 Gbps, com redundância de acesso e segurança desde o nível físico. Trata-se de uma infraestrutura estatal que cobre o segmento de rede denominado “última milha”, ou seja, a conexão entre o cliente e o backbone do Serpro (segmento de rede que interliga as instalações do Serpro nos estados brasileiros). "A Infovia oferece as menores taxas de erros e de delay do mercado, pois é construída com as mais recentes tecnologias de transmissão de dados. O serviço está em franca expansão, em operação em Brasília e no Rio Grande do Sul, atendendo mais de 250 clientes governamentais. Em breve, será ofertado em várias outras capitais do país", anuncia.
Evolução constante
Apesar do esforço de renovação concentrado nos últimos 18 meses, Weldson Queiroz assinala que o trabalho de modernização da rede do Serpro é permanente e traz alguns números que demonstram como a infraestrutura mudou radicalmente ao longo dos anos.
Segundo ele, em 2003, a capacidade de vazão do backbone da empresa era de 567 megabits por segundo (Mbps). Três anos depois, esse número quase dobrou, chegando a 1.015 Mbps. Em 2008, com a implantação do Multiprotocol Label Switching (MPLS), que permite um serviço unificado de transporte de dados para aplicações baseadas em comutação de pacotes ou comutação de circuito, a capacidade do backbone quadruplicou, alcançando 4.354 Mbps.
"Já em 2015, nossa vazão alcançou 10.461 Mbps. E esse valor será ampliado assim que concluirmos a implantação de todos os circuitos contratados na última licitação. Uma licitação que, diga-se de passagem, conseguiu aliar a modernização com uma redução de custos da ordem de 70%", destaca.
O backbone do Serpro abrange todo o país e possui links que vão de 30 Mbps nos Estados do Norte, a 4 gigabits por segundo (Gbps), no tráfego redundante entre os centros de dados de Brasília e São Paulo. A vazão total representa a soma de todos os links da rede, ilustrados na figura abaixo.

INFOGRÁFICO
Para conhecer mais detalhes sobre a Rede Serpro e o seu recente processo de modernização, clique aqui e acesse o infográfico da edição 234 da Revista Tema.
Comunicação Empresarial do Serpro - 14 de julho de 2016