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Para combater o Aedes
Vistorias sincronizadas são realizadas em todo o Serpro

Serpro contra o Aedes
O Serpro instituiu comissões permanentes de combate ao mosquito Aedes aegypti na sede e em suas regionais para promover ações de mobilização e sensibilização em prol da prevenção e combate ao mosquito, tanto nas instalações internas e externas, quanto em seu entorno. “As comissões têm tarefas predefinidas e agem de acordo com orientações do Ministério do Planejamento. Entre as tarefas, realizamos vistorias em todos os ambientes internos e externos das instalações do Serpro, na sede e nas regionais”, afirma Rerman Bergamaschi, gerente de Gestão de Obras e Instalações do Serpro e integrante da comissão nacional de combate ao Aedes.
Uma vistoria sincronizada aconteceu na última sexta-feira, entre 9h e 11h, envolvendo mais de 80 pessoas. "Essa ação nacional integrada com os diversos órgãos do governo é muito importante porque sensibiliza de forma mais efetiva uma quantidade maior de pessoas, que a partir dali passam a ser mais um agente no combate e prevenção ao mosquito. É um dever de todos nós, nos aliarmos e juntarmos forças no combate ao Aedes", destacou o analista de Logística Humberto Lima, integrante da comissão regional de Fortaleza.
Vigilância diária e distribuída
Em Belém, por recomendação da Secretaria Municipal de Saúde e Meio Ambiente (Sesma), que visitou a empresa dias antes da vistoria sincronizada, foram definidos quatro pontos de inspeção prioritários. Esses locais recebem atenção especial diariamente e, a qualquer sinal de água parada, a comissão de combate ao mosquito é informada para adoção das medidas necessárias. “Aqui contamos com a ajuda dos empregados e terceirizados. Numa regional grande e com muita chuva, como Belém, não há como erradicar o mosquito sem o comprometimento de toda a comunidade”, frisou Carlos Galeão, da Gestão Logística.
Já na Regional São Paulo, a comissão formou três grupos menores para avaliar a área externa e seu extenso jardim. O clima chuvoso facilitou a descoberta de possíveis focos de proliferação do mosquito, tendo sido registrados os locais onde a água da chuva ficou represada para que soluções sejam aplicadas. Nos blocos da área interna, a comissão verificou vasos de plantas e alertou aos empregados para que não permitam o acúmulo de água nesses locais.
Florianópolis foca em vasos e plantas
Em Florianópolis, foram verificados os três andares ocupados pela empresa no edifício, principalmente no que concerne a vasos de plantas, banheiros e copas. E, devido às características diferenciadas da regional, que não possui um prédio próprio, ações em ambientes externos foram feitas em parceria com o condomínio Alfama.
Na inspeção externa, foi solicitada a retirada de bromélias do jardim, assim como a limpeza da laje da academia, a limpeza do jardim do estacionamento e a avaliação das caixas dos aparelhos de ar-condicionado. Numa das garagens do prédio foram instaladas, pela Vigilância Sanitária, armadilhas para controle da proliferação de mosquitos. “Até o momento, nas vistorias feitas, não detectamos nenhum foco do Aedes", informou Denise Dorigo, da Logística local.
Panfletagem em Recife e Fortaleza
Em Fortaleza, a comissão regional contou com o apoio de alguns voluntários para realizar a mobilização. Os participantes dividiram-se em pequenos grupos e, além da vistoria interna, por locais como restaurante e banheiros, inspecionaram áreas externas como o jardim, a Ases, e o entorno do prédio. Entregaram ainda panfletos em casas e lojas ao redor da regional, para ampliar a sensibilização e reduzir focos do mosquito perto da empresa. E os empregados também receberam panfletos, adesivos da campanha e muitos estamparam, no peito, a frase "Todos contra o mosquito" durante o dia de ação.
Ação idêntica ocorreu na Regional Recife, com inspeção em todos os ambientes internos e externos, além dos entornos. Também foram distribuídos panfletos de orientação e roteiro de vistoria para os empregados utilizarem em suas próprias casas.
Vistoria no Rio e Salvador
A comissão de combate ao Aedes da Regional Salvador percorreu as dependências do prédio em busca de possíveis focos do mosquito e teve apoio da empresa terceirizada de manutenção, acionada principalmente para retirar água acumulada em alguns ralos. Para isso, contaram com o auxílio de um compressor de ar. No entorno do prédio, uma construtora vizinha foi alertada sobre a necessidade de realizar a capinação de arbustos existentes próximo à cerca que delimita as dependências da regional.
Já no Rio de Janeiro a vistoria nas instalações do Andaraí foi realizada por cinco empregados da Gestão Logística. Foram inspecionados ralos, bandejas de ar-condicionado, calhas, telhas, escoadouros nas áreas externas, geladeiras, entre outros. Felizmente, nenhum foco do mosquito foi encontrado. Mas algumas medidas foram adotadas a fim de prevenir o surgimento futuro: retirada de água de recipientes como tampinhas de garrafa, vidros e caixas; a virada desses recipientes para baixo para evitar novo acúmulo de água; a vedação adequada da telha; e os vasos de plantas ganharam areia.
Ação e prevenção em Curitiba e Porto Alegre
Entre os objetivos das equipes destacadas para a ação em Curitiba, estavam as calhas, galerias pluviais, ralos e o teto da regional, que costumam acumular água. Outras instalações, como bandejas de condensação de refrigeradores e unidades de ar-condicionado, poços de elevadores, também foram analisadas e receberam aplicação de produtos de limpeza.
Os jardins e elementos de embelezamento e urbanismo da área externa da regional também foram objeto de atenção, para evitar acúmulo de água em plantas, bem como foi efetuado o recolhimento de lixo e detritos possivelmente trazidos pelo vento.
Em Porto Alegre, a ação contou com a participação do representante institucional da regional, da área de Logística e da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). “Como dizia minha vó, o prevenido não é vencido”, citou Andrea de Almeida, da Cipa. Com a orientação de evitar criadouros, novas rotinas de procedimentos foram incorporadas no dia a dia da regional, que se situa em cidade onde chuvas ocorrem o ano inteiro, comentou Guido Hubner, da Logística.
“As áreas internas estão sob controle. No ambiente externo já fizemos muita coisa, como furar todos os fundos dos lixos do tipo bituqueiras e as bandejas de ar-condicionado, medidas que evitam o acúmulo de água. Estamos fazendo vistorias frequentes”, explicou Celso da Silva, da Logística. “Ainda há pequenos ajustes a fazer, mas, como as ações necessárias são relativamente simples, em pouquíssimo tempo estará tudo adequado”, disse o representante institucional do Serpro em Porto Alegre, João Trindade.
Faça sua parte
Reunir informações, realizar vistorias e atuar na mobilização e conscientização dos empregados são as metas de cada comissão em todo o país. Mas todos os empregados também devem enviar sugestões e alertas de possíveis focos para os membros da comissão de sua regional e ainda participar das inspeções, e demais ações, como voluntários. Clique aqui e saiba o nome e ramal dos integrantes das comissões nacional e regional.
Para saber mais sobre como enfrentar o mosquito, acesse: combateaedes.saude.gov.br.
Comunicação Social do Serpro - 15 de março de 2016