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Revista Tema

O cérebro digital do Estado brasileiro

Conheça o ecossistema de inteligência artificial do Serpro que pensa, fala, vê, entende, age e protege em nome do cidadão
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por Carlos Marcos Torres — 13 de março de 2026


Matéria publicada na Revista Tema —  Edição 240

Dentro do cérebro humano, bilhões de neurônios trocam sinais elétricos em frações de segundo, formando redes sinápticas que transformam estímulos em pensamento, memória em aprendizado e informação em decisão. É onde nascem a razão e a criatividade, a capacidade de compreender o mundo e agir sobre ele. Um sistema neural que mantém a vida em movimento e o corpo em equilíbrio. 

Agora, o Estado brasileiro começa a produzir seu próprio sistema nervoso central. No lugar de células e neurotransmissores, há dados, códigos e conexões eletrônicas. No lugar de sinapses, há redes digitais que cruzam informações e aprendem com a experiência. Esse novo cérebro não pulsa dentro de um corpo biológico, mas na infraestrutura tecnológica do Serpro, onde o conhecimento se transforma em serviço público.

Trata-se do ecossistema de inteligência artificial do Serpro, o cérebro digital do governo brasileiro. Um conjunto de plataformas que, assim como as regiões do cérebro humano, especializam-se em funções complementares: pensar, ver, falar, entender, agir e proteger. É uma arquitetura viva que processa grandes volumes de dados, reconhece padrões, antecipa riscos e oferece respostas em tempo real, tornando o Estado mais ágil, seguro e conectado com o cidadão. 

Nessa nova mente digital, a inteligência não pertence a uma máquina isolada, mas a um organismo coletivo formado por pessoas, sistemas e dados públicos. Um cérebro construído em linhas de código, responsabilidade ética e compromisso com a sociedade. 

Pensar, ver, falar, agir e proteger

Assim como o cérebro humano se divide em regiões especializadas, cada uma responsável por perceber, interpretar, decidir ou agir, o ecossistema de inteligência artificial do Serpro também é formado por áreas interconectadas que cumprem papéis complementares. Juntas, essas partes constituem o cérebro digital do Estado brasileiro.

Na arquitetura dessa mente tecnológica: o Serpro LLM representa o centro do pensamento estratégico; o ConversAI Studio dá voz e diálogo ao governo; o AIbio representa a visão e o reconhecimento para constituir identidade; as soluções sob medida interpretam contextos e apoiam decisões; as tecnologias de detecção de anomalias promovem confiança e segurança; os agentes de IA e o MCP garantem ação coordenada. Agora, vamos por partes, para conhecê-las de modo mais detalhado.

Serpro LLM e a IA que fala português

No cérebro humano, o córtex pré-frontal é responsável por planejar, decidir e exercer controle executivo. No cérebro digital do Estado, essa função é cumprida pelos grandes modelos de linguagem de inteligência artificial, conhecidos como LLMs. É nessa estrutura que nascem as escolhas fundamentadas, oferecendo apoio analítico para decisões complexas com transparência e rastreabilidade. E, no Serpro, esses modelos rodam em infraestrutura própria e sob governança 100% nacional da empresa, para que seja possível assegurar autonomia tecnológica, operacional e de dados.

Assim, o Serpro possui o seu próprio e protegido ambiente LLM, no qual incorpora de modo seguro e soberano diferentes modelos de inteligência artificial,
baseados em código aberto, a partir dos quais são geradas as soluções em IA desenvolvidas pela empresa em diversas frentes.

Esse ponto de partida é chamado de Serpro LLM. “Estamos construindo serviços de inteligência artificial, sem viés, utilizando as bases de dados e informações
brasileiras para melhorar a oferta de serviços para os cidadãos”, declara o superintendente de Arquitetura Corporativa, Plataformas e Nuvem do Serpro, Welsinner Brito.

Dentro da empresa, há esse ambiente de treinamento e teste de modelos de IA generativa, chamado de playgroud. Esse espaço possibilita a criação de diversas aplicações para LLMs, que vão muito além dosfamosos chats popularmente utilizados, inclui soluções de análise de sentimentos em textos e de geração
de códigos de programação e abre portas para inovações em diversas áreas e projetos de IA Generativa.

Outra frente é a constituição da IA Soberana, o LLM que fala português, entende os regionalismos, a cultura e as especificidades do povo do Brasil, é um projeto em andamento que conta com parceria do mercado para acelerar resultados. Tudo isso sempre realizado na infraestrutura do Serpro, protegido de acessos externos, para garantir uma gestão 100% autônoma e protegida para o Estado brasileiro.

“O Serpro está buscando fazer uma parceria no mercado para uma inteligência artificial do modelo LLM para construir um modelo soberano em português, instanciado dentro da estatal, com nossa gestão técnica e repasse de conhecimento para a empresa”, explica o gerente do Centro de Excelência (CoE) em Ciência de Dados e IA do Serpro, Carlos Rodrigo Lima.

Em termos práticos, todo esse núcleo LLM garante que o governo pense com os próprios recursos, sem dependência de plataformas externas para tratar conteúdo sensível. É a consciência estratégica do ecossistema: os dados se tornam conhecimento confiável e o conhecimento vira decisão.

O superintendente Welsinner Brito reforça a importância de inovar por meio da incorporação de modelos de IA generativa e conversacionais em aplicações para
os clientes. “A gente entrega uma solução mais moderna para que o servidor público ou o próprio cidadão, ao invés de utilizar apenas componentes visuais, passe a ter uma interação ou um diálogo com os modelos, agilizando a prestação de serviços pelo governo, ou simplificando para que uma pessoa resolva um problema do dia a dia com a administração”, complementa.

Lobo Temporal: É linguagem e diálogo. Conheça o ConversAI Studio

O lobo temporal guarda a memória e comanda a linguagem. No ecossistema do Serpro, essa região é o ConversAI Studio, que permite ao Estado “dialogar” com
suas próprias bases de conhecimento. Servidores fazem perguntas em linguagem natural e a plataforma recupera normas, pareceres, contratos e documentos corporativos, conforme direcionamento institucional, devolvendo respostas contextualizadas, rastreáveis e seguras.

“O ConversAI Studio é a solução que vai resolver quando você precisar conversar com os seus dados estratégicos e sensíveis. É uma ferramenta que permite usar
modelos de IA generativa com segurança, dentro da nossa infraestrutura”, explicou Carlos Rodrigo Lima. “Quando você ingere a sua base de conhecimento na ferramenta, ela irá fornecer as informações de acordo com o seu contexto de negócio”, acrescenta.

O resultado é um governo que fala com clareza e agilidade, reduzindo tempo de busca, padronizando entendimentos e democratizando o acesso ao conhecimento organizacional: tudo isso sem que a informação saia do ambiente soberano do Serpro.

Outro exemplo de inteligência promovida por essa área do cérebro digital é a solução Serprobots. A plataforma de desenvolvimento de assistentes virtuais do Serpro conta com arquitetura GPT, utilizada para tarefas de Processamento de Linguagem Natural (PLN) e geração de texto. Os chatbots criados nessa plataforma utilizam serviços baseados em PLN para permitir uma comunicação mais humanizada, tornando muito mais amigável a conversa com o cidadão e o setor público. 

Lobo Parietal: A atenção direcionada da IA sob medida aos clientes

O lobo parietal interpreta informações e as integra para criar uma compreensão do ambiente, direcionando a atenção. Na versão digital do Estado, isso se traduz nas soluções de IA sob medida que o Serpro desenvolve aos clientes, com aplicações que combinam regras, dados e modelos para analisar contextos complexos, do jurídico ao tributário, do fiscal ao administrativo. São sistemas que priorizam processos, classificam documentos, sugerem rotas de trabalho e transformam massa informacional em ação pública objetiva.

Cada órgão público tem suas particularidades, por isso a inteligência é parametrizada ao negócio, respeitando marcos legais e fluxos específicos. O efeito é imediato: maior produtividade, decisões bem fundamentadas e serviços que chegam mais rápido ao cidadão. Foi assim que a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) implementou uma solução de Sumarização Inteligente de Documentos, baseada em IA generativa construída pelo Serpro, que apoia o órgão na análise, triagem e classificação de petições judiciais, reduzindo o tempo de análise e aumentando a produtividade das equipes.

Outro exemplo é a IARA (Inteligência Artificial em Recursos Administrativos), desenvolvida para auxiliar o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) no julgamento de recursos tributários. A solução é projetada para analisar o cumprimento de requisitos, separar processos de acordo com os pedidos, elaborar resumos e compor decisões com base em jurisprudências, também ampliando a produtividade. 

"Estamos na vanguarda da inteligência artificial abrangendo áreas essenciais como biometria, predição, visão computacional, identificação de anomalias e tantas outras.” - 
Welsinner Brito, superintendente de Arquitetura Corporativa, Plataformas e Nuvem do Serpro

O processo de nomeação e posse dos aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) foi realizado de forma totalmente digital, por meio da plataforma Sougov. Todas as etapas – desde a convocação até a inclusão no sistema de gestão de pessoal – foram e são realizadas de maneira online, com segurança e rastreabilidade. O sistema realiza uma análise cruzada entre os dados do candidato e os perfis dos cargos informados pelos órgãos de destino, gerando um relatório final que apoia o gestor na decisão de alocação.

“A solução implementada utilizou um modelo avançado de linguagem baseado em inteligência artificial, projetado para gerar texto de forma coerente e contextualmente relevante, com o uso de engenharia de prompts e passagem de parâmetros”, informa o gerente Carlos Rodrigo Lima. 

Reconhecimento facial tem tudo a ver com o lobo occipital

O lobo occipital faz o cérebro “ver”, interpreta informações visuais como cor, forma, movimento e profundidade, permitindo-nos enxergar o mundo ao redor e reconhecer objetos, lugares e rostos. No ecossistema do Serpro, essa visão é o AIbio, a Automação de Identificação Biométrica, uma das maiores plataformas de biometria do mundo.

A plataforma AIbio reúne soluções avançadas de reconhecimento facial, de digitais e de voz, prova de vida (liveness), validação documental, tratamento de bases e muito mais. Essas funcionalidades compõem o “olhar” conduzido pelo cérebro digital, ampliando a confiança nos cadastros, na autenticação de transações financeiras, no acesso a todo tipo de serviço e evitando fraudes de identidade.

Ao integrar biometria a serviços públicos, o Estado reduz riscos, simplifica jornadas e protege o cidadão. É a visão computacional aplicada ao interesse público:
enxergar padrões com rigor técnico para que a porta certa se abra; e a errada permaneça fechada. É o que vemos acontecer, por exemplo, na utilização da plataforma Gov.br, que atingiu a marca de 167 milhões de usuários em maio de 2025, o que representa cerca de 70% da população brasileira, oferecendo de forma segura mais de 4,8 mil serviços digitais.

IA para detecção de anomalias: o cerebelo ativado

O cerebelo é responsável pela coordenação e regulação dos movimentos do corpo, garantindo equilíbrio, postura e precisão dos movimentos. No “cérebro digital”, uma importante missão é a das soluções de detecção de anomalias e combate a fraudes. Elas monitoram comportamentos, acessos e transações, aprendendo padrões legítimos para sinalizar desvios, reduzir perdas e antecipar riscos – do uso indevido de credenciais a movimentos atípicos em processos sensíveis.

“Os ataques estão cada vez mais sofisticados e, para combater isso, usamos dois motores de prova de vida, além de inteligência artificial para identificar micro movimentos, validação de múltiplos frames e principalmente detecção de deep fake. Também temos uma equipe de back office que analisa as validações todos os dias, sempre buscando aprimorar nossas tecnologias de validação de identidade”, compartilha Carlos Rodrigo.

A análise comportamental do uso do celular e do teclado ao digitar textos é outra iniciativa do Serpro. “Criamos uma solução que analisa a forma como você utiliza seu celular ou a forma como digita em teclados físicos, sendo possível mapear o que estamos chamando de ‘identidade digital’. A partir daí conseguimos validar se é você mesmo que está utilizando o celular ou digitando textos e não alguém que tomou posse do aparelho ou utilizando seu usuário e senha em sistemas web, é uma validação contínua”, acrescenta o gerente.

Ao atuar em segundo plano, essa inteligência preserva a harmonia do organismo digital. O cidadão não percebe seu trabalho, mas sente seus efeitos: mais confiabilidade, menos atritos e um Estado que funciona com segurança de ponta a ponta.

Sistema límbico: agentes de IA e MCPS

O sistema límbico atua no processamento das emoções, na formação das memórias e na regulação da motivação e dos comportamentos. No plano digital, agentes de IA e o Model Context Protocol (MCP) cumprem esse papel, indo além de apenas responder aos estímulos. Eles agem com base em contexto, executando tarefas como a automação de fluxos de trabalho, resolução de problemas e interação com o ambiente digital.

Essa camada dá autonomia operacional ao ecossistema, mantendo governança e trilhas de auditoria. É a inteligência que não só compreende o que fazer, mas coloca o plano em movimento, acessando dados, interagindo com outros serviços e tomando decisões para alcançar os objetivos planejados. Essas soluções compreendem a próxima etapa de atuação do Serpro, que já testa iniciativas no seu ambiente interno voltado às experimentações, o LLM Playground.

“Estamos na vanguarda da inteligência artificial abrangendo áreas essenciais como biometria, predição, visão computacional, identificação de anomalias e tantas outras. Cada uma dessas frentes foi pensada para resolver problemas complexos com eficiência e segurança, seja na identificação biométrica de milhões de brasileiros ou na construção de modelos que antecipam eventos críticos”, complementa o superintendente Welsinner Brito.

O Programa Nacional de Inteligência e Governança Estatística e Geocientífica, uma iniciativa coordenada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Serpro, voltada à criação de políticas públicas preditivas no Brasil, é um exemplo de evolução que o cérebro digital traz ao governo brasileiro, analisando tendências, preparando o país para o futuro.

O objetivo é usar inteligência de dados e tecnologia para antecipar problemas e oportunidades, auxiliando o governo a criar políticas mais eficientes. A iniciativa
prevê o desenvolvimento de plataformas que reúnam e cruzem grandes volumes de informações de diferentes áreas. A partir dessas análises, será possível gerar conhecimentos estratégicos que ajudem governos a tomar decisões baseadas em evidências e projeções.

Organismo digital sempre em evolução

No organismo humano, as decisões do sistema nervoso central ampliam-se pelo corpo a partir do sistema nervoso periférico. Da mesma forma, as soluções baseadas e desenvolvidas pelo cérebro digital do Serpro ganham capilaridade e já são e podem continuar sendo aplicadas nas diversas soluções criadas pela empresa, a serem utilizadas tanto pelo setor público quanto pelo mercado privado.

O cérebro digital do Estado é, em essência, um sistema vivo — não no sentido biológico, mas por estar sempre aprendendo, conectando e se adaptando. Cada novo dado, cada algoritmo aprimorado, cada interação com o cidadão amplia sua consciência coletiva. Entre dados e decisões, há sinapses de confiança, segurança e propósito público.

O que o Serpro constrói não é apenas infraestrutura: é um novo modo de pensar o Estado, onde cada bit de informação se transforma em ação e, cada algoritmo, em política pública. Não se trata apenas de uma máquina que calcula, mas de uma inteligência que aprende a servir, proteger e compreender o país que a criou. Um organismo tecnológico que, ao pulsar em rede, expressa a memória e o futuro de uma nação em movimento.

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