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Identidades digitais também são aceitas nos aeroportos brasileiros

Uso da CNH Digital e do DNI na hora do embarque garante mais segurança para autoridades e versatilidade para passageiros
Mulher caminha em saguão do aeroporto com seu telefone celular em mãos
por Comunicação Institucional do Serpro — 11 de outubro de 2018

A identificação digital está caindo no gosto do brasileiro. Afinal, se o celular está sempre à mão, porque não levar dentro dele também os seus documentos pessoais? Atento a essa demanda, o governo brasileiro lançou, no final de 2017, a versão eletrônica da Carteira Nacional de Habilitação (CNHe) e, em fevereiro desse ano, o Documento Nacional de Identificação (DNI). Ambos estão disponíveis por meio de aplicativos para dispositivos móveis e têm fé pública em todo território nacional, pois contam com QR Codes criptografados para verificação de autenticidade.

Para os cidadãos, essa tecnologia adiciona uma dose de praticidade muito bem vinda ao dia a dia. Afinal, esquecer a carteira com os documentos não mais significará uma multa de trânsito, tampouco implicará ser barrado no portão de embarque do aeroporto. Já para as empresas, a transposição de seus processos de identificação do analógico para o digital pode oferecer, além do óbvio incremento na segurança contra fraudes, inúmeras oportunidades de negócio e vantagens competitivas. Estamos diante de uma evolução que facilita a vida de todos.

À prova de fraudes

Quando se fala de identidades digitais, a grande novidade para qualquer empresa que deseja automatizar mecanismos de identificação, incluindo aí as companhias aéreas, é o lançamento, agora em outubro, da API Lince. Desenvolvida pelo Serpro, a solução pode ser integrada aos sistemas das empresas para agilizar tanto a identificação como o cadastro de seus clientes.

O funcionamento é simples. Com uma câmera, webcam ou pistola laser, o atendente faz a leitura do código bidimensional (QR Code) presente na CNHe ou no DNI. Em seguida, a API encaminha os dados criptografados ao Serpro, que retorna para o sistema da empresa as informações originais contidas no documento, como nome, número, CPF e fotografia. Essas informações podem ser usadas para o preenchimento automático de um cadastro, por exemplo. E se o documento for falso ou estiver adulterado, o reconhecimento da fraude é imediato.

Desde o lançamento da CNHe e do DNI, já existe um aplicativo que faz a verificação dos QR codes e garante a segurança deste novo modelo de documentos. O diferencial da API é a possibilidade de integração direta com os sistemas informatizados de cada empresa, ampliando a segurança e a velocidade no processo de identificação.

"A API é perfeita para companhias aéreas, mas também para empresas de qualquer tamanho ou segmento. Pense que com essa tecnologia até o processo chato de identificação em portarias de condomínio pode ser muito mais rápido e seguro. Basta um totem para leitura do QR Code e tudo fica mais fácil. O ato de digitar o CPF antes de pagar também pode estar com os dias contados", comenta Rafael Oliveira, chefe da divisão de Serviços em Nuvem do Serpro.

Atualmente, a Carteira Nacional de Habilitação Digital (CNHe) já conta com mais de 395 mil documentos emitidos. O número de DNIs (Documento Nacional de Identificação) em uso por cidadãos brasileiros já ultrapassa 17 mil. Acesse os links e saiba como obter a sua identificação eletrônica.

API Lince

Conheça a página da API Lince no portal do Serpro e saiba como sua empresa pode se beneficiar desta inovadora solução de identificação.

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