Nesta página você encontra conteúdos, como notícias e artigos, que abordam utilidades públicas ligadas à LGPD

 

Um aprendizado nacional chamado LGPD
Christian Perrone aborda a proteção de dados pessoais a partir de sua experiência na Inglaterra e no Brasil. Para o pesquisador do tema, governo, empresas e cidadão brasileiro avançam no que se refere à lei, mas ainda há muito a conhecer e, é claro, a fazer

 

Hoje é dia de se perguntar: tenho agido para proteger meus dados?
Em 30 de novembro se celebra o Dia Internacional da Segurança da Informação. Na data, o convite do portal LGPD é para que você, cidadão, reveja suas atitudes em prol de sua privacidade na web. Aceita?
    
                                                                 

Dupla verificação é aliada da proteção de dados pessoais
Em tempos de LGPD, todo cuidado é pouco. A seguir, o engenheiro de software Rafael Vannucci sugere um mecanismo, simples e eficiente, que pode ajudar clientes e empresas, como as de telecom, a proteger os dados contra ataques hacker

Feliz Dia do Internauta!
Bilhões de pessoas navegam pela internet, todos os dias, e fazem a rede ser o que é. Por isso hoje celebramos os internautas e, ainda, a relação desses com a LGPD: uma lei essencial quando se fala em melhorar a proteção aos dados das pessoas na web, no nosso país

O que crianças e adolescentes ganham com a nova lei?
Garotas e garotos do século XXI “respiram” tecnologia, mexem em apps e navegam pela web como ninguém. Em tempos de tanta independência tecnológica, o especialista em Direito de Família Lucas Albrecht acredita que a LGPD traz dispositivos importantes para que, com o suporte dos pais, o Brasil coíba a coleta indevida de dados pessoais das gerações Z e Alpha

Melhorar a segurança de dados pessoais é a proposta deste portal
A ideia é, a partir da participação coletiva, descomplicar a LGPD e ajudar os cidadãos a conhecer mais os seus direitos, e governo e empresas a cumprir a lei

A LGPD impactará quem cede e quem pede empréstimos?
A nova lei, ao garantir ao cidadão amplo acesso aos dados, e o direito de revisar decisões de crédito automatizadas, impõe às empresas mais cautela ao aprovarem ou negarem um crédito, o que não poderá mais ser definido com base em dados discriminatórios ou em dados sensíveis. É o que explica Vitor Amorim, advogado especializado em proteção de dados pessoais
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Serpro e LGPD:
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